
- Roberto?
- Fala.
- Pare um pouco de andar.
- Porque?
- Acho que estou ouvindo alguma coisa.
- Hã?
- Escuta
Slishsslashsslishsslashsss......
- Parece o som de um arrasto...
- Algo se rastejando?
- Algo deslizando.Acho que não é nada. Roberto, tem algo que eu quero te contar, vi ha pouco, antes de nos encontrarmos.
- Sério? O que foi?
- Uma mulher.
- Que tem essa mulher?
- Ela estava dilacerada e apontando para lá - apontou para a esquerda de onde estavam - ela parecia querer dizer alguma coisa, mas parece que algo a impediu e a única coisa que ela conseguiu dizer foi "Salve-se".
Neste momento as luzes começaram a piscar novamente, Paulo começou a se encolher, Roberto não sabia o que esperar e empunhou a barra de ferro esperando o que fosse.
Derrepente houve um clarão e Paulo e Roberto se viram em uma rua antiga, cuja calçada era de paralelepípedos, não era se quer asfaltada.
- Paulo! O que aconteceu?
- Não sei, mas... olhe! É aquela mulher! A que eu falei!
- Mas ela não parece dilacerada.
- Tente tocar neste poste aí.
- Não dá.
- Tudo bem, vamos seguir ela, quero saber quem é ela.
- Carla! Já chega, você sempre atrasa para começar o trabalho! Não quero mais você trabalhando na minha loja! - gritou o homem.
- Mas, eu preciso do dinheiro! Minha irmã esta doente! Ela precisa de remédios!
- Então vá procurar na pensão da Rosália! Uma moça com seus dotes deve ser de bom uso.
- Ora seu...
- Vá procurar emprego!
- Parece que ela não era tão bem sucedida - disse Paulo
- É... - concordou Roberto
A cena da briga na mercearia parece que se desnatura dando espaço para outra imagem.
A mulher estava em um quarto, sentada numa cadeira bege com forro verde claro, estava ensanguentada, mas o sangue não era dela, era do homem tentara agredí-la, queria matá-la. Mas esse homem não poderia morrer, ele era um imortal e três dias após seu enterro, ele apreceu na janela de Carla, batendo no vidro com um pequeno gancho pontiagudo.
Adentrou no cômodo de Carla que fugia desesperadamente pela casa de Rosália, mas seu perseguidor era rápido e quando ela tentou descer a escada, o homem enfiou o gancho em seu olho esquerdo e a puxou de volta.
Sentindo uma dor lascinante, Carla tenta gritar, mas seu pavor não a deixa, então tenta acertar a cabeça do agressor com um abajour que havia no seu pequeno campo de visão. Quando ela se aproximou, ele tirou de suas vestes negras diversas facas e atirou contra ela, acertanto-a no peito, boca, abdomem e cabeça.
Quando Carla, já morta, cai, ele usa seu gancho para riscar o rosto de sua vítima. Envolto por uma máscara, seu rosto era desconhecido, não deixava, se quer, saber seus sentimentos, mas Roberto tinha certeza de que era esta a criatura que o havia perseguido momentos antes...
- Fala.
- Pare um pouco de andar.
- Porque?
- Acho que estou ouvindo alguma coisa.
- Hã?
- Escuta
Slishsslashsslishsslashsss......
- Parece o som de um arrasto...
- Algo se rastejando?
- Algo deslizando.Acho que não é nada. Roberto, tem algo que eu quero te contar, vi ha pouco, antes de nos encontrarmos.
- Sério? O que foi?
- Uma mulher.
- Que tem essa mulher?
- Ela estava dilacerada e apontando para lá - apontou para a esquerda de onde estavam - ela parecia querer dizer alguma coisa, mas parece que algo a impediu e a única coisa que ela conseguiu dizer foi "Salve-se".
Neste momento as luzes começaram a piscar novamente, Paulo começou a se encolher, Roberto não sabia o que esperar e empunhou a barra de ferro esperando o que fosse.
Derrepente houve um clarão e Paulo e Roberto se viram em uma rua antiga, cuja calçada era de paralelepípedos, não era se quer asfaltada.
- Paulo! O que aconteceu?
- Não sei, mas... olhe! É aquela mulher! A que eu falei!
- Mas ela não parece dilacerada.
- Tente tocar neste poste aí.
- Não dá.
- Tudo bem, vamos seguir ela, quero saber quem é ela.
- Carla! Já chega, você sempre atrasa para começar o trabalho! Não quero mais você trabalhando na minha loja! - gritou o homem.
- Mas, eu preciso do dinheiro! Minha irmã esta doente! Ela precisa de remédios!
- Então vá procurar na pensão da Rosália! Uma moça com seus dotes deve ser de bom uso.
- Ora seu...
- Vá procurar emprego!
- Parece que ela não era tão bem sucedida - disse Paulo
- É... - concordou Roberto
A cena da briga na mercearia parece que se desnatura dando espaço para outra imagem.
A mulher estava em um quarto, sentada numa cadeira bege com forro verde claro, estava ensanguentada, mas o sangue não era dela, era do homem tentara agredí-la, queria matá-la. Mas esse homem não poderia morrer, ele era um imortal e três dias após seu enterro, ele apreceu na janela de Carla, batendo no vidro com um pequeno gancho pontiagudo.
Adentrou no cômodo de Carla que fugia desesperadamente pela casa de Rosália, mas seu perseguidor era rápido e quando ela tentou descer a escada, o homem enfiou o gancho em seu olho esquerdo e a puxou de volta.
Sentindo uma dor lascinante, Carla tenta gritar, mas seu pavor não a deixa, então tenta acertar a cabeça do agressor com um abajour que havia no seu pequeno campo de visão. Quando ela se aproximou, ele tirou de suas vestes negras diversas facas e atirou contra ela, acertanto-a no peito, boca, abdomem e cabeça.
Quando Carla, já morta, cai, ele usa seu gancho para riscar o rosto de sua vítima. Envolto por uma máscara, seu rosto era desconhecido, não deixava, se quer, saber seus sentimentos, mas Roberto tinha certeza de que era esta a criatura que o havia perseguido momentos antes...

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